quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O prof. Nilbo Nogueira (FAI - MG) faz algumas reflexões sobre  a subutilização das novas tecnologias em sala de aula, e como "adequar" esses "maquinários" ao conteúdo sem que se torne uma repetição de métodos tradicionais de ensino."buscar significados, não fazer o velho com o novo mas, buscar fazer o novo com o novo"

Diante de todos os desafios apresentados, proponho uma reflexão... como inserir as novas tecnologias de informação e comunicação a prática educativa, para que de fato os alunos tenham uma aprendizagem significativa?

6 comentários:

  1. Cris
    Acredito que as NTICs devam fazer parte do contexto educativo, pois já fazem parte da vida cotidiana, o que pode ou não trazer o sucesso será a abordagem do professor que acredita no potencial dos alunos e faz um bom uso das NTICs num contexto crítico construtivo. O texto que você escolheu para postar trouxe um pouco sobre este assunto, e o vídeo escolhido "Tecnologia ou Metodologia?" também, pois não basta apenas inserir as NTICs e utilizar velhas metodologias de repetição e transmissão de conhecimento, é preciso promover espaços colaborativos de aprendizagem. Parabéns por suas escolhas!

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  2. Deixando-os criar... a falta de autonomia de muitos adultos da atualidade, reflete o ensino mecanizado, onde, se aprendia passivamente, sem precisar refletir sobre algo, apenas absorver. Acredito que para uma real utilização da manada de ferramentas tecnológicas, presentes na escola, é aprender com nossos alunos.
    Parabéns pelo Blog Cris, ficou muto rico!!!

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  3. Olá! Penso que para inserir as TICs é necessário rever a proposta pedagógica, incluindo as tecnologias como ferramenta a serviço do fazer pedagógico.

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  4. A interação professor-aluno deve ser trabalhada com base no tripé colaboração, autonomia e dialógica. Para que haja o diálogo, o professor deve estar preparado para despertar no aluno o interesse pelo conhecimento. Um dos maiores desafios é despertar no professor esse mesmo interesse, porque não é somente o aluno que está buscando a sua formação que tem necessidade de aprender. Tem que aprender a desaprender, é um processo contínuo e doloroso, mas o docente tem a obrigação de saber como criar as condições necessárias para que ocorra o processo ensino-aprendizagem, primeiramente iniciando esse processo dentro de si mesmo. O docente e o aluno são co-autores na construção da aprendizagem. Como ensinar se não sabe para si mesmo? E o aluno que ainda pensa a internet como fonte de recursos para entretenimento? Nem docentes, nem alunos estão preparados para essa construção do conhecimento. Se for mesmo um processo contínuo, ele deve ser utilizado desde o início da alfabetização. O planejamento prévio, não vem apenas do docente, mas do aluno também, que deverá ser preparado para isso desde o início de sua caminhada, pois, segundo Silva (2002), é o docente quem disponibiliza possibilidades e caminhos abertos aos alunos, constrói territórios a explorar e não uma rota. A avaliação da aprendizagem também é um processo contínuo e não somente aquele momento em que de uma forma abrupta, faz-se uma verificação do que foi aprendido. Até mesmo a avaliação tem um caráter positivo de relacionamento com a aprendizagem. O professor tem que aprender a ser professor e sua formação profissional deve ser trabalhada com seriedade, pois somente um docente capacitado poderá avaliar seus alunos com eficiência.

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  5. Ola Cris


    Acredito que estamos no caminho certo na inserção da tecnologia na educação é estudar muito, conhecer estas ferramentas e fazer uso dela, acho que esta tarefa esta muito em nossas mãos.

    Muito bom o seu blog.

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  6. Olá Cris, as novas tecnologias estão sendo inseridas gradativamente no contexto escolar.
    Os professores devem conhecer a tecnologia que utilizará para que possa fazer uso de todos os recursos que ela oferece, assim conseguirá atingir seus objetivos, de enriquecer a aula, torná-la mais lúdica e garantir o ensino-aprendizagem.

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